Nas minhas deambulações nacionais apercebi-me de pormenores que de outra forma me passariam ao lado. Passo a listar alguns.
Mas o que é que interessa ao povo das Beiras ou do Minho o estado do trânsito em Lisboa ou no Porto? Engarrafamento na 2ª circular, atrasos na VCI… mas que raio têm eles a ver com isso? Por causa dos centros urbanos, todo o país apanha com uma data de minutos de informação completamente inútil.
Não se vive mal no interior. Hoje em dia as acessibilidades são boas, e qualquer ponto do país está mais ou menos acessível. Qualquer territa já tem um bom centro de saúde, restaurantes e alguma animação. Por certo nem tudo é bom, mas também não é tudo mau. Não me venham com tretas!
Enquanto esperava o Alfa na estação da Campanha, observava as pessoas na estação. Sempre gostei de comboios e continuo a achar que são para além de um óptimo meio de transporte, um meio essencial. Pessoas vêm e vão e sinto que aquilo sim é o pulsar do país, pessoas que tentam sobreviver.
Temos a mania de ver sempre o lado pior das coisas, o tão famoso copo meio vazio. Se bem que há uma metade que está vazia, temos de olhar pela que tem realmente qualquer coisa. Temos de ir juntando substância, e se cada um contribuir com pouco, é como a sopa da pedra. Encontro muita gente por ai, restaurantes no interior com bastante gente que anda a fazer negócio, que faz pulsar o país.
Abstraio-me por uma vez da parte vazia desta garrafa.
Mas o que é que interessa ao povo das Beiras ou do Minho o estado do trânsito em Lisboa ou no Porto? Engarrafamento na 2ª circular, atrasos na VCI… mas que raio têm eles a ver com isso? Por causa dos centros urbanos, todo o país apanha com uma data de minutos de informação completamente inútil.
Não se vive mal no interior. Hoje em dia as acessibilidades são boas, e qualquer ponto do país está mais ou menos acessível. Qualquer territa já tem um bom centro de saúde, restaurantes e alguma animação. Por certo nem tudo é bom, mas também não é tudo mau. Não me venham com tretas!
Enquanto esperava o Alfa na estação da Campanha, observava as pessoas na estação. Sempre gostei de comboios e continuo a achar que são para além de um óptimo meio de transporte, um meio essencial. Pessoas vêm e vão e sinto que aquilo sim é o pulsar do país, pessoas que tentam sobreviver.
Temos a mania de ver sempre o lado pior das coisas, o tão famoso copo meio vazio. Se bem que há uma metade que está vazia, temos de olhar pela que tem realmente qualquer coisa. Temos de ir juntando substância, e se cada um contribuir com pouco, é como a sopa da pedra. Encontro muita gente por ai, restaurantes no interior com bastante gente que anda a fazer negócio, que faz pulsar o país.
Abstraio-me por uma vez da parte vazia desta garrafa.