Ando um bocado de sobrolho franzido com a vida. Parece ser uma espécie de evolução do estado de Neura, essa fiel companheira. Nestes últimos tempos, a falta de tempo de lazer, tem-me levado a colar as folgas com os dias de trabalho, e o meu pobre cérebro não consegue mudar de canal, quanto muito baixa o volume.
Não sou muito influenciado pelo estado meteorológico, antes sim pela luz. Estou ansioso para que a hora mude e finalmente resgate a hora vilmente me tirada há seis meses atrás. Quero cá saber se me tenho de levantar uma hora mais cedo, eu quero é viver!
Pensando melhor é mais uma hora para pensar. Não sei se me poderei dar a esse luxo!
Esta é também aquela fase do ano, a par do Natal, em que a confiança enche os seres humanos. Compras, planos de férias e a habitual triste retoma virtual com base no consumo, a célebre venda de trapos e quinquilharia. Alguém escrevia que em tempos decisivos como estes andávamos ocupados com aborto, eutanásia, casamentos homossexuais e outros tais. Revejo-me neste comentário. Parecem ser cíclicos os tópicos Lã-caprinenses que nos enchem de turpor… Ilusões de actividade, debate e participação democrática. Eu fui votar num referendo sobre o aborto. Agora a uma distância razoável sinto-me ridículo.
Ninguém nunca me referendou sobre a instituição Europeia, o envio de tropas para aqui ou para ali, sobre prioridades de governo. Você concorda que uma mulher não-sei-que-não-sei-quê-mais aborte? E a galinha da sua vizinha será realmente melhor que a sua?
Não sou muito influenciado pelo estado meteorológico, antes sim pela luz. Estou ansioso para que a hora mude e finalmente resgate a hora vilmente me tirada há seis meses atrás. Quero cá saber se me tenho de levantar uma hora mais cedo, eu quero é viver!
Pensando melhor é mais uma hora para pensar. Não sei se me poderei dar a esse luxo!
Esta é também aquela fase do ano, a par do Natal, em que a confiança enche os seres humanos. Compras, planos de férias e a habitual triste retoma virtual com base no consumo, a célebre venda de trapos e quinquilharia. Alguém escrevia que em tempos decisivos como estes andávamos ocupados com aborto, eutanásia, casamentos homossexuais e outros tais. Revejo-me neste comentário. Parecem ser cíclicos os tópicos Lã-caprinenses que nos enchem de turpor… Ilusões de actividade, debate e participação democrática. Eu fui votar num referendo sobre o aborto. Agora a uma distância razoável sinto-me ridículo.
Ninguém nunca me referendou sobre a instituição Europeia, o envio de tropas para aqui ou para ali, sobre prioridades de governo. Você concorda que uma mulher não-sei-que-não-sei-quê-mais aborte? E a galinha da sua vizinha será realmente melhor que a sua?
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