segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Onde pensas que vais?

Que acham que acontece quando se pensa? É claro que por detrás da maior parte dos nossos actos está um pensamento. Claro que pensamos agir como nos é apresentado pelo nosso cérebro, resultado duma amálgama genética e de experiências. Não é bem por ai que eu quero ir. Ora vejamos: alguém me diz algo e eu, independentemente de quem é esse indivíduo penso no que ele disse. Articulando o meu pensamento com a informação por este fornecida vou desencadear uma reacção. É a esta reacção que eu quero chegar.

Salta desta ponte amigo, sem olhar para baixo, sem qualquer protecção que eu te garanto que nada de mal te acontecerá. É um exemplo forte mas aqui o uso mais num reforço da ideia. Parece-me claro que o John Doo não irá saltar, a menos que não seja o John Doo e seja o Odie, comandado pela voz doce de Garfield. Aproveitando-me da comparação, tenho por ai visto alguns Odies, talvez em número suficiente para me questionar se o mundo é duma qualquer irmandade de Odies… Penso, logo arranjo problemas. As pirâmides parecem ter um problema com não Odies e eu pensando até consigo perceber porquê. Imaginem uma térmita a questionar as pistas químicas… Jovens companheiras, a mensagem de baba diz que por ali há comida mas também sabemos que por ali há um não menos querido papa-formigas. Temos de fazer opções!

A questão e a dúvida em prol do esclarecimento cabal da informação com vista a uma acção é totalmente tolerada, mais incentivada. O pensamento em relação aos dados contidos numa comunicação e a possíveis actos que daí resultem não é encorajado.

Soldados, peguem nas vossas espingardas enferrujadas, desencravem as baionetas e marchem sobre o inimigo super equipado!

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